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ChatBard, ChatGPT e Bing: o que sabemos de cada IA até o momento?

O ano de 2023 começou voando quando falamos de Inteligência Artificial. Plataformas como ChatGPT e Midjourney mudaram a forma como olhamos a tecnologia. Alguns com medo por conta da substituição de vagas de emprego e, outros, de olho em como isso pode auxiliar na parte operacional dos negócios. Mas o fato é: precisamos aprender a […]

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O ano de 2023 começou voando quando falamos de Inteligência Artificial. Plataformas como ChatGPT e Midjourney mudaram a forma como olhamos a tecnologia. Alguns com medo por conta da substituição de vagas de emprego e, outros, de olho em como isso pode auxiliar na parte operacional dos negócios. Mas o fato é: precisamos aprender a usar essas ferramentas o quanto antes.

De cara, o que nós sabemos sobre o ChatGPT é que ele é um modelo de linguagem desenvolvido pela OpenAI que utiliza a tecnologia de aprendizado de máquina para gerar respostas humanas e conversar com pessoas de maneira natural e fluida, com o objetivo de ajudar a fornecer informações precisas e úteis para pessoas em todo o mundo. Dentro desse contexto, a Microsoft e o Google anunciaram recentemente as suas plataformas: o Bing Chat e ChatBard.

O conceito, em si, é o mesmo e todos são de uso gratuito. No entanto, é importante ressaltar que cada chat possui características que diferenciam uns aos outros. A OpenAI, por exemplo, oferece uma versão “Plus” do ChatGPT por US$ 20 por mês. Enquanto o Bard e o GPT podem ser executados em qualquer navegador, a Microsoft limita o Bing Chat apenas para o seu próprio software: o Edge.

Layout e ferramentas

Cada plataforma apresenta ferramentas, layouts e peculiaridades diferentes, como:

  • Bing Chat – Integrado ao mecanismo de busca do Bing;
  • ChatBard – tem sua própria URL e interface, mas atua como um ‘companheiro criativo’ para o Google;
  • ChatGPT – demonstração da tecnologia chatbot, considerado “modelo que interage de maneira conversacional”, sem mecanismo de busca.

Outra diferença está na forma como cada Chat apresenta seus dados. Veja só: o ChatGPT, por exemplo, fornece informações reunidas até setembro de 2021. Caso você peça dados sobre acontecimentos mais recentes, ele pede desculpas. Veja um exemplo:

Pergunta: “Me dê informações atualizadas sobre tendências de redes sociais em 2023?”

Resposta: “Peço desculpas, mas como modelo de linguagem, não posso fornecer dados de 2023 sobre redes sociais. Minha última atualização de conhecimento é até setembro de 2021. Além disso, como um modelo de linguagem, não tenho a capacidade de acessar informações ou dados que ainda não foram gerados. No entanto, posso fornecer informações gerais sobre redes sociais com base em dados até 2021, se isso for útil para você.”

Por outro lado, o ChatBard e o Bing trazem como trunfo informações atualizadas, com a opção de mecanismos de pesquisa para confirmar a veracidade das respostas em tempo real. Basta dar um “Google” ou um “Bing”.

Idioma

Enquanto o ChatGPT já está aberto ao público e disponível em diversos idiomas, incluindo o português, o ChatBard e o Bing ainda passam por testes fechados e estão disponíveis apenas no idioma inglês.

Desafios

Uma preocupação que circundam essas tecnologias é o uso para fazer trabalhos escolares entre menores de idades. O Bard, por exemplo, só permite o acesso a maiores de 18 anos. Apesar de alguns educadores verem valor nessas ferramentas, muitos professores alertam seus alunos para não usarem os chatbots em casa.

Outro fator está ligado ao preconceito e desestímulo à criatividade. Reforçar o combate a preconceito com minorias e assuntos considerados “tabu” são fundamentais, além de claro, impedir o estímulo à criação imitando a forma de escrita de outros criadores

Cada uma dessas ferramentas tem suas próprias características e finalidades específicas, mas todas compartilham o objetivo de fornecer informações úteis e ajudar as pessoas a encontrar o que estão procurando na internet.

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Leia também: Quase metade das empresas de atendimento brasileiras já usam IA

Fontes:
Wired
BBC
G1

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